E assim piso a terra prometida. Com os pés no chão e sem pretensões. Escrevo simples, penso simples, escrevo simples. Faço disto mote, mote para o resto...
n.b. - Post original de Patch-Echo... ou será Sheep Shagger?
Circula pelas caixas de correio electónico uma mensagem deveras intrigante que coloca num triângulo não amoroso mas bastante rentável o Tamiflu, Donald Rumsfeld (Secretário de Estado da Defesa norte-americano) e a conspiração sob a alimentação do medo pelo desconhecido, no caso, por uma estranha doença ou vírus. Segundo reza o dito mail, a informação foi extraída do editorial da revista DSalud , uma das mais conceituadas revistas mundiais na área da saúde. Ali se comunica que o vírus da gripe das aves foi descoberto há nove anos no Vietname; que, desde então, morreram apenas 100 pessoas em todo o mundo, e que foram os americanos quem propagandeou a eficácia do Tamiflu (antiviral humano) como preventivo – fármaco de cujos cientistas independentes dizem apenas aliviar alguns sintomas da gripe comum, sendo a sua eficácia questionada por grande parte da comunidade científica. Segundo o texto, «perante um suposto vírus mutante como o H5N1 , o Tamiflu apenas aliviará alguns sintomas», sendo ...
Escrevia assim, anteontem (2.3.06), um tal de Gabriel Silva, co-autor do blogue Blasfémias , num post que titulou "Sorry? - 2": «Freitas do Amaral, Ministro dos Negócios Estrangeiros, na Assembleia da República: '(...) Mas é que para mim não era. Não era o essencial. O essencial estava muito para além e muito mais fundo do que o problema da violência. Que era apenas uma reacção....condenável, mas compreensível, face às ofensas, enormes, que tinham sido feitas a toda a comunidade islâmica pelos cartoons, do tal jornal de extrema-direita dinamarquesa (...)' Tenho para mim como totalmente incompreensível que um Ministro de um Governo fale e assuma posições em nome pessoal. Que neste caso consiga separar o « problema » e a « violência ». Que entenda que a violência era « apenas » (repare-se bem: « apenas »), uma « reacção ». Então, que tal « violência » seja « compreensível » ultrapassa tudo o que se possa imaginar! Isto não é um ministro, é uma caricatura!» Não resisti ...
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